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20/07/2011

Hackers e Crackers: as diferenças

Alguns acham que o primeiro termo se refere àqueles que invadem sistemas, como aconteceu recentemente com o Governo. Será que é isso mesmo?

Na teoria, "hackers" são aqueles que modificam software e hardware de computadores. Para isso, eles podem tanto desenvolver novas funcionalidades ou simplesmente adaptar outras já existentes. "Ele não tem um conhecimento acadêmico, ele é autodidata e faz um trabalho baseado nesse conhecimento, testando sistemas de segurança para avaliar se as informações realmente estão seguras ou não", explica Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil.

Já os crackers são os verdadeiros invasores de computadores. Aliás, foram eles que assumiram a autoria dessas recentes invasões a sites oficiais brasileiros. Não dá para generalizar, mas o termo "cracker" define programadores maliciosos ou cyberpiratas que utilizam seu conhecimento avançado em informática para uso próprio. Normalmente, suas ações têm sempre um fundo anarquista ou ideológico. "É também muito perigoso afirmar que um é do bem e outro do mal. Isso porque, uma vez que a gente tem conhecimento, não se sabe onde isso vai ser usado", diz.

Hackers e crackers têm muita habilidade com computadores, porém, cada um usa esses seus conhecimentos de formas diferentes. Enquanto os hackers trabalham para melhorar softwares de forma legal e muitas vezes trabalham em grandes multinacionais, os crackers têm como prática a quebra da segurança de um software e usam seu conhecimento de forma ilegal. Ou seja, são vistos como criminosos.

Mas, para praticar esses ataques, esse pessoal precisa de muitos computadores trabalhando ao mesmo tempo. Computadores como o seu. Nossos computadores podem fazer parte de uma rede que promove ataques sem que a gente nem saiba disso. Essas redes são compostas por milhares, às vezes milhões de computadores ao redor do mundo. E, quando muitos computadores tentam acessar uma mesma página ao mesmo tempo, ela não aguenta e cai. Foi esse tipo de ataque que derrubou sites do governo brasileiro. Por isso, é sempre bom ter um antivírus atualizado, que deixa todos esses problemas bem longe do seu computador. "É preciso ter todos os softwares originais nas máquinas para que elas recebam as devidas atualizações. Também é preciso visitar sites confiáveis e tomar cuidado com links encurtados. E o último cuidado é usar um antivírus, de preferência com uma característica pró-ativa para que ele possa identificar esses ataques antes",

Tomando esses cuidados você vai aumentar e muito a chance de não ter seu equipamento utilizado em ações criminosas. E, mais do que isso, terá sempre suas informações e dados pessoais protegidos no seu computador. Aliás, se você quiser saber se o seu computador não faz parte de uma rede de zumbis, é só clicar no link que acompanha essa matéria.

Links da Matéria
Descubra se seu computador virou um zumbi

11/07/2011

Qual a diferença entre HD e SSD?

Em uma época onde nossos arquivos não eram armazenados na nuvem (ou seja, na internet), um bom hardware era essencial. Eles eram grandes e parrudos, e possuíam a mesma capacidade de armazenamento do meu atual celular. Tempos depois, com diversas novas possibilidades e tecnologias de armazenamento, foram inventadas algumas nomenclaturas para facilitar a divisão e o entendimento sobre tais aparelhos. Aqui, vamos descrever as diferenças entre os HDs e o SSDs, suas diferenças e semelhanças.


O HD (hard disk, em português disco rígido) é uma parte física e integrante dos computadores e notebooks responsável pelo armazenamento de dados. Sua memória é não-volátil, ou seja, os dados não são perdidos caso o aparelho seja desligado. Todos os dados são gravados em discos magnéticos, e quanto mais finos os discos, melhor será a gravação. Por isso discos de mesmo tamanho podem ter capacidades de armazenamento bem diferentes umas das outras.
Os aparelhos que normalmente utilizam a memória HD de discos magnéticos são os desktops convencionais, os all-in-one (tudo-em-um, como o iMac), os notebooks e os servidores. Eles precisam deste tipo de HD para executar suas funções que usualmente são mais exigentes que nos tablets e smartphones. O vídeo abaixo, em inglês, ilustra o funcionamento completo de um disco rígido convencional.

O SSD é um pouco diferente. Sua sigla significa solid-state drive, em português unidade de estado sólido. Sua construção é baseada em um circuito integrado semicondutor, feito em um único bloco. Diferentemente do HD convencional, onde o armazenamento é feito em discos magnéticos, ou como os CDs e DVDs, que funcionam com leitura ótica, os SSD podem utilizar a memória RAM, memória flash (como nos cartões SD das câmeras fotográficas) ou o próprio semicondutor.

Há vantagens do SSD em relação aos HDs: por não possuírem componentes eletromecânicos para a leitura dos arquivos, ele se torna completamente silencioso. Isso também facilita o acesso aos dados, algo primordial para quem precisa de velocidade (ao contrário dos discos rígidos, no qual 'braço' mecânico de leitura precisa ir de uma ponta a outra do disco para ler alguma informação, o SSD tem tudo à mão). Ele também esquenta menos e consome menos energia. Porém, a capacidade de armazenamento é bem menor que a dos HDs usados nos desktops, e seu custo final para o usuário é bem maior.
Smartphones, tablets e nettops estão entre os aparelhos que mais utilizam SSD. Porém, não podemos esquecer também das máquinas fotográficas digit

ais, que utilizam deste tipo de armazenamento para dar um tempo maior de resposta em suas fotos e armazenar um número bem maior de imagens. Esses aparelhos citados não precisam de uma memória muito grande, porém, precisam que o tempo de resposta seja o mais rápido possível. Um vídeo feito pela Samsung, em inglês, mostra a diferença entre os dois tipos de aparelho.

02/07/2011

Redes, Internet e IPv6

Redes, Internet e IPv6

Redes, Internet e IPv6 Conectividade é o motor da sociedade moderna. O processo evolutivo experimenta um impulso sem precedentes, amparado pela rede mundial de computadores. Enquanto a globalização expande horizontes, a comunicação aproxima pessoas de pessoas e de negócios. Entretanto, apenas três décadas de evolução contínua da Internet foram suficientes para esgotar o modelo lançado em 1980. Três décadas de excelentes serviços prestados à sociedade, que abriram as portas da era do conhecimento à geração plugada na informação. É impensável imaginar um mundo sem redes de computadores e Internet.Hoje a Internet passa por uma grande reestruturação. Seu principal protocolo de comunicação IPv4 (IP versão 4) deverá ser substituído pelo protocolo IPv6 (IP versão 6). Em agosto de 2010 o estoque de endereços IPv4 é inferior a 5% e estima-se seu total esgotamento antes de junho de 2011, conforme anúncio emitido pelo principal órgão gestor de recursos da Internet (IANA/ICANN). Leia em http://www.icann.org/en/announcements/factsheet-ipv6-26oct07.pdf
Migrar trará diversas vantagens ao internauta, pois o IPv6 supre várias deficiências do protocolo atual, oferecendo suporte nativo à segurança, mobilidade e conteúdo multimídia. A Internet ganhará agilidade devido aos novos métodos de roteamento e à estrutura das tabelas de rotas. Ressalta-se que IPv4 e IPv6 deverão compartilhar o mesmo meio, mas não são interoperáveis. Mecanismos transição deverão prover a adequada integração de serviços de rede local e remota.

Mais Informações:
IPv6 resource website: http://www.ipv6.org/
IPv6 Wikipedia page: http://en.wikipedia.org/wiki/IPv6

06/10/2008

Mulheres Frutas


1 - Mulher Melancia: Redonda, pesada, cheia de caroços e de casca grossa.
2 - Mulher Maracujá: Tem a cara enrugada e quando se come, dá sono.
3 - Mulher Mexerica: É fácil de abrir, mas é cheia de gomos.
4 - Mulher Banana: É pesada, e dá indigestão se for comida antes de dormir.
5 - Mulher Abacaxi: Gostosa, porém, a preparação requer muita paciência…
6 - Mulher Morango: É bonita, vistosa, mas estraga com facilidade.
7 - Mulher Limão: Com pinga é uma delícia, mas depois dá uma ressaca louca!
8 - Mulher Acerola: É pequena, azeda, e boa para curar resfriado.
9 - Mulher Laranja: Adora ser chupada.
10 - Mulher Jaca: Ninguém consegue comer todo dia.
11 - Mulher Maçã: É fácil de encontrar e dá o ano inteiro!
12 - Mulher Pêssego: A maioria está em conserva…
13 - Mulher Ameixa: Só dá uma vez por ano.
14 - Mulher coco: Tem a cabeça dura e cheia d’água.
15 - Mulher Mamão: Só dá numa posição:Mamão & Papaya!
16 - Mulher Framboesa: Só dá no estrangeiro.
17 - Mulher Romã: Ninguém sabe onde encontrar.
18 - Mulher Laranja-Lima: Não tem gosto de nada.
19 - Mulher Pêra: Tem o tronco fino e a bunda grande.
20 - Mulher Goiaba: A maioria vem bichada.
21 - Mulher Jaboticaba: Quando se come demais, fica-se três dias sem cagar…
22 - Mulher Abacate: Se comer todo dia engorda!
23 - Mulher Uva: Tá sempre enroscada em algum cacho.
24 - Mulher Melão: É comida de gente rica.
25 - Mulher Graviola: Só dá no Nordeste.
26 - Mulher Caju: Amarra-se com facilidade.
27 - Mulher Beterraba: Ninguém come porque gosta. Só porque a mamãe quer!
28 - Mulher Cana-de-Açúcar: É bem docinha, mas depois só sobra o bagaço.
29 - Mulher Kiwi: É estranha, peluda, mas é gostosa.
30 - Mulher-Ingá: Só quem já comeu conhece.
31 - Mulher Fruta-Pão: Pra poder comer, tem que cozinhar bastante.
32 - Mulher Jambo: Dá muito mais do que você consegue comer.
33 - Mulher Cogumelo: Só dá no escurinho…
34 - Mulher Fruta-do-Conde: Dá mais trabalho pra comer do que parece…

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30/09/2008

O que é um Gadget ?

Gadget é uma gíria tecnológica recente que se refere genericamente a um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamado de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, tocadores mp3, entre outros. Em outras palavras, é uma "geringonça" eletrônica.
Na Internet ou mesmo dentro de algum sistema computacional (sistema operacional, navegador web ou desktop), chama-se também de gadget algum pequeno software, pequeno módulo, ferramenta ou serviço que pode ser agregado a um ambiente maior. No site iGoogle, por exemplo, é possível que seja adicionado alguns dos muitos gadgets disponíveis. O Google Desktop, o Windows Vista, o Mac OS X, o KDE e o Gnome são ambientes que aceitam alguns tipos de gadgets específicos, acrescentando funcionalidades ao desktop do sistema.
Os Gadgets têm função social de status (além da lógica finalidade do aparelho), quando se tratam de equipamentos ostensivos. Na medida a que se referem, em sua maioria, a equipamentos de ponta e por muitas vezes com preços elevados, a gíria Gadget é referência de produto tecnológico para poucos, embora seja usada de forma genérica quando se trata de software.


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26/09/2008

Disco Blu-ray


Blu-ray, também conhecido como BD (de Blu-ray Disc) é um formato de disco óptico da nova geração de 12 cm de diâmetro (igual ao CD e ao DVD) para vídeo de alta definição e armazenamento de dados de alta densidade.

É o sucessor do DVD e capaz de armazenar filmes até 1080p Full HD de até 4 horas sem perdas. Requer obviamente uma TV de alta definição (Plasma ou LCD) para exibir todo seu potencial e justificar a troca do DVD.

Sua capacidade varia de 25 (camada simples) a 50 (camada dupla) Gigabytes. O disco Blu-Ray faz uso de um laser de cor azul-violeta, cujo comprimento de onda é 405 nanometros, permitindo gravar mais informação num disco do mesmo tamanho usado por tecnologias anteriores (o DVD usa um laser de cor vermelha de 650 nanometros).

Blu-ray obteve o seu nome a partir da cor azul do raio laser ("blue ray" em inglês significa "raio azul"). A letra "e" da palavra original "blue" foi eliminada porque, em alguns países, não se pode registrar, para um nome comercial, uma palavra comum. Este raio azul mostra um comprimento de onda curta de 405 nm e conjuntamente com outras técnicas, permite armazenar substancialmente mais dados que um DVD ou um CD. A Blu-ray Disc Association (BDA) é responsável pelos padrões e o desenvolvimento do disco Blu-ray e foi criado pela Sony e Panasonic. Disputou uma guerra de formatos com o HD-DVD e em 2008 venceu com o apoio exclusivo da Warner Bros., MGM, Fox e Columbia Pictures

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25/09/2008

Trackbacks, Pingbacks, Refbacks e Linkbacks, o que são e como usá-los?

É muito comum um blogueiro escrever sobre um assunto e outro blogueiro comentar sobre esse assunto, ou melhor ainda, expandir o assunto. Quando se continua um assunto iniciado em outro blog, geralmente é colocado um link informando ao leitor o post de origem. Seria interessante se o blogueiro que iniciou o assunto soubesse que você está comentando com ele certo? Melhor ainda se tivesse um link lá para que os leitores dele viessem até o seu blog para lerem suas considerações a respeito, não acha?Qualquer método que permita que o autor original seja notificado quando alguém faz referência a um post seu é chamado de linkback, popularmente costuma-se chamar todos eles de trackback, quando na verdade trackback é um método específico de linkback, vejamos as diferenças entre eles:
Trackback - O sistema de blog que você utiliza examina todos os links que você colocou no seu post e manda uma notificação para cada um deles (usando o método HTTP_POST comumente usado em formulários), através dessa notificação são enviados o nome do seu blog, o título do seu post, um trecho do seu post, o endereço (url) do seu post, e o número (ID) do seu post. O blog que recebe a notificação precisa suportar trackbacks, em caso positivo ele pode ir para uma fila de moderação onde o autor decide se será publicado ou não. Caso seja publicado os trackbacks costumam ser colocados junto dos comentários.
Pingback - O sistema de blog que você utiliza examina todos os links que você colocou no seu post e manda uma notificação para cada um deles (usando o método XMLRPC), através dessa notificação são enviados o endereço (url) do post que foi linkado e o endereço (url) do post que o linkou. Caso o blog que recebeu o pingback possua esse recurso ele analisará o post que enviou o pingback e extrairá dele as informações desejadas. É menos suscetível a spam pois quando o blog de destino analisa o seu post ele verifica se você realmente fez um link para ele.
Refback - Um visitante do seu blog clica no link que você deixou informando o post original, o blog de destino analisa as referências e deixa um link no post original avisando de onde estão chegando visitantes permitindo que os visitante do blog dele façam o caminho inverso, ou seja, sigam para o blog que continuou o assunto. Não requer nenhum recurso específico no seu sistema de blog mas sim no blog que você está linkando. Para evitar spams recomenda-se que o blog que recebe um refback analise o endereço que enviou a notificação para verificar se ele efetivamente fez um link.Formas de uso: Se o seu sistema suporta pingbacks geralmente basta ativá-lo nas configurações e você não precisa fazer mais nada, ele identifica os links e manda as notificações.
Se o seu sitema suporta trackbacks ele terá um campo na postagem para você informar as URLs de trackback. Procure nos posts dos blogs que você está mencionando uma indicação dessa URL de trackback, ela costuma ficar perto do formulário de comentários, copie a url de trackback e coloque no campo adequado do seu sistema de postagem. Múltiplas URLs costumam ser separadas por vírgula.
Ao clicar em enviar o seu sistema notificará cada blog informando que você fez um post comentando algo que eles escreveram. Para aceitar trackbacks ative essa opção nas configurações do seu sistema de blog, você pode optar por receber diretamente os trackbacks ou aprová-los antes da publicação. Alguns sistemas possuem a opção de analisar todos os links e descobrir automaticamente as urls de trackback.
Refbacks são configurados apenas no blog que recebe a notificação, você precisa ativar isso nas configurações do seu blog ou instalar um script de refback, scripts eficientes de refback costumam ser lentos devido a demora em analisar cada página que enviou uma referência e scripts que não analisam as referências costumam receber muito spam de sites especializados em burlar essa técnica, por esse motivo o refback não é muito popular atualmente.Se o seu sistema de blog não possui pingbacks ou trackbacks você pode enviar um trackback através do formulário, ou deixar um comentário no blog de origem informando sua URL, fazendo uma espécie de 'trackback manual', o importante e manter as ligações entre os blogs para estimular as conversações e o espírito de comunidade dos blogs.
CopiÔ?